O “arroz vermelho” foi introduzido no Brasil pelos portugueses no séc XIV, e é fonte de renda de dezenas de famílias no sertão do país, no município de Santana dos Garrotes (PB), no Vale do Piancó. Encravado no sertão nordestino, esse arroz é um dos protagonistas de uma história que dura quase quatro séculos, e que agora está ameaçada. Caso o arroz transgênico seja aprovado para cultivo no Brasil, a cultura tradicional do arroz vermelho pode sumir. Na Paraíba a produção é orgânica e realizada em solo seco, após muitos séculos de melhoramento genético. E você sabia que aqui na Serra do Cipó tem cultivo desse arroz? Os sistemas de cultivo da região ainda são baseados essencialmente na agricultura familiar e de subsistência. O plantio quase não utiliza insumos, os arados são movidos a tração animal e a semeadura é feita manualmente. Produzido em pequena escala, o arroz vermelho passa por um processo de secagem à luz do sol. Feito isso, o grão é armazenado ainda com casca em pequenos celeiros. Na Paraíba, tradicionalmente, o grão é parte da dieta de mulheres parturientes. A crença dá conta de que ele aumenta a produção do leite materno. Por ser integral, o arroz vermelho é naturalmente mais nutritivo que o arroz branco polido. Seu farelo é utilizado na fabricação de compostos alimentares que combatem a desnutrição em crianças. Quando vier à Serra do Cipó não deixe de comer o famoso “arroz vermelho”!!! Você pode encontrá-lo nos Mercados aqui da Serra, na famosa “Venda do Zeca”, ou se preferir pode experimentar no Restaurante “Petras”, já comi desse arroz lá, não sei se ainda faz parte do Cardápio deles... Aqui em casa fazemos sempre... é bem nutritivo e gostoso!!!Bons Ventos !!!
Boas Escaladas !!!
Equipe Abrigo Cipó !!!
Texto: Rafa Discaciati
Fonte: Revista Greenpeace out/ nov/ dez 2009


Um comentário:
Menina, e vc acredita que a gente tentou comprar mas já tinha acabado?
tsc tsc tsc
Teremos que voltar logo...
Beijinho
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